COMO TRANSFORMAR POTENCIAL EM RESULTADOS?

Por Elaine Trannin

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Todos nascemos com um grande potencial! Mas, será que temos ideia do quanto realmente usamos de nossas aptidões? John Powell estima que uma pessoa normal atinge somente 10% de seu potencial, vê somente 10% da beleza que está a sua volta, ouve somente 10% da música e poesia, prova somente 10% do prazer de estar vivo. Ou seja, a maior parte de nossa potencialidade é desperdiçada e acaba ficando dormente, não evolui, não amadurece.

Para diferenciar potencial e talento, uma metáfora pode facilitar nossa compreensão. Vejo que potencial seria como os antigos negativos dos filmes fotográficos antes do surgimento das câmeras digitais. Eles existem em uma forma que reconhecemos a imagem nele, mas ainda assim, não servem para muita coisa pois as cores estão invertidas e o tamanho não nos permite enxergar direito. Precisam passar pelo processo de revelação, para virarem imagens e assim, representarem os momentos que escolhemos para ficarem eternizados.

E como essa analogia pode ser utilizada para nossa vida? Podemos compreender que o primeiro passo seria reconhecer nosso potencial e revelá-lo para que se transforme em talento. Existem diversas formas de trilhar esse caminho, mas eventualmente, todos passam por algo como silenciar a mente, fazer o exercício de estar conscientemente presente, meditar ou praticar mindfullness, para usar um termo que está mais em voga.

Então, a partir do reconhecimento e da consciência de nossos talentos, precisamos efetivamente acreditar neles e nos apaixonar por eles.

Esse é um passo importante, mas ainda assim, John Maxwell, em seu livro Talento não é tudo, diz que somente talento não é suficiente para termos sucesso na vida.

Prosseguindo nessa caminhada, é importante tomarmos a iniciativa de colocar nossos talentos em ação, com foco e escolhas assertivas. As opções que escolhemos são determinantes para desenvolvermos, ou não, esses talentos e por isso, é importante que nossa voz interior seja o guia desse caminhar. Se formos dar ouvido às vozes externas, corremos o grande risco de deixar nossos talentos ali adormecidos ou adiados para quando tivermos tempo, para quando tirarmos férias, para quando nos aposentarmos. As pessoas listam uma série de medos, histórias de fracasso e acabam tendo o poder de paralisar nossas atitudes em direção a nós mesmos. Se formos parar para pensar, estaremos correndo riscos de uma forma ou de outra, portanto a questão principal é do que temos mais medo de nos arrepender? De nos conformar com uma situação que não traz bem-estar ou de ter arriscado buscar mais além, mais verdade e mais satisfação?

As escolhas certas levarão às ações essenciais e isso pode ser chamado de eficiência. É fundamental que a gente se prepare da melhor forma para sermos eficientes, que a gente pratique esses talentos, sabendo que nos tornarmos melhor naquilo que treinamos mais, como nos traz Dulce Magalhães. Praticar, mantendo essa constância de propósito, vai nos dando cada vez mais coragem para continuar com o mesmo foco.

Se fizermos todas as coisas que somos capazes de fazer, ficaríamos literalmente surpresos conosco. Thomas Edison.

 Nesse ponto, já podemos estar colhendo os frutos de nossas aptidões. E essa colheita nada mais é que a concretização de resultados. É uma vida vocacionada! É viver de acordo com nossas capacidades inatas, nossas habilidades naturais. Tudo começa a fluir facilmente e a maior recompensa é podermos nos preencher com nosso propósito, percebendo que a vida tem sentido e que não precisamos ficar nos dedicando a atividades que não gostamos. Podemos, sim, viver de acordo com os nossos ideais e nossos talentos inatos, produzindo a partir de quem somos.

Te convido a essa caminhada!

Te escuto!

Elaine Trannin
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