A CIÊNCIA DA AUTOESTIMA

Escrito por Gilberto Britto

Um dos pioneiros no estudo da autoestima, Nathaniel Branden explica como ela está ligada à felicidade. Há fortes evidências de que a autoestima esteja associada a um sentimento que todo mundo procura: a felicidade. Outro ponto pacífico é a importância da autoestima. Ele alega que quem tem respeito e amor-próprio tende a ver os outros com os mesmos olhos. Assim, os relacionamentos pessoais e profissionais fluem melhor.

Um dos pioneiros nesse campo, define a autoestima como a capacidade de lidar com os percalços da vida. Ele a compara ao sistema imunológico. Uma pessoa com a imunidade fortalecida não está 100% protegida de doenças, porém tem mais facilidade para repelir os problemas, condições de combater enfermidades e se recuperar mais rapidamente.

Ele credita aos pais e professores um papel importante na formação da autoimagem. Porém, ressalta que o homem não é apenas uma massinha a ser moldada por forças externas. “Não podemos desprezar a nossa criação. Mas não é produtivo culpar os pais por tudo. Chega um momento em que precisamos largar o título de filho e assumir novas responsabilidades”.

Fortalecer a autoestima não é um processo fácil ou rápido. O resultado é a consequência de um exercício diário baseado em seis pilares: viver conscientemente, se aceitar, ter responsabilidade, ser assertivo, seguir propósitos e manter a integridade. “A autoestima é um desafio que exige que o indivíduo escute sua intuição e respeite suas sensações”, conclui.

Uma questão sempre levantada é se o excesso de autoestima não seria sinônimo de arrogância. O psicólogo explica que não. A arrogância é justamente uma demonstração da falta de autoconfiança, uma compensação pelas inseguranças. “Assim como saúde, autoestima elevada nunca é demais”.

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