A ARTE DE SER UM SOLUCIONADOR

Por Priscila Zart

Você já ouviu algo desse tipo?

– “Ah, mas isso não é problema meu, é problema do fulano. Ele que resolva…”

– “Ah, mas isso não envolve a minha função, o fulano que é responsável. Fala com ele…”

– “Ah, mas isso não é da minha área, tem que falar com a área tal…”

– “Ah, mas isso é responsabilidade do fornecedor, não tem nada que eu possa fazer…”

Por trás desse tipo de resposta, sempre há uma pergunta com algum problema que precisa ser resolvido.

Acredito fortemente que você já esteve na pele de quem perguntou, principalmente se tratando de algum produto que veio errado, algum problema em um serviço que tenha que tratar com o SAC por telefone, alguma questão no seu trabalho que você depende de outros colegas para resolver, entre outros.

Se você já esteve desse lado, você sabe como é frustrante não conseguir uma pessoa para te ajudar de maneira eficiente. Mas… minha dúvida maior aqui é: você já deu esse tipo de resposta? Uma resposta fácil que falsamente evita qualquer culpa?

Se sim, acredito que não se colocou no lugar de quem está fazendo a pergunta, lembrando-se daquelas incontáveis horas que ficou no telefone para resolver algum problema seu, não é?

A maioria das pessoas que busca uma solução quer apenas isso: uma solução. Alguém que possa ajudá-la. A pessoa não é obrigada a saber sobre as funções que envolvem a sua área, nem está tentando lotar você com mais trabalho. Ela apenas quer ajuda. Quer resolver aquilo e provavelmente está com urgência sobre o assunto.

A arte de ser um solucionador não significa saber fazer todas as funções da empresa ou lotar o seu dia com tarefas que não são sua responsabilidade oficialmente.

A arte de ser um solucionador é apenas pensar em COMO você pode ajudar aquela pessoa que veio até você com um problema. E pode ser que você não resolva de fato a questão, mas ajude como puder.

Se a pessoa chegou até você, foi por algum motivo. Dê um primeiro suporte, entenda qual é o problema, veja se REALMENTE não há nada que você possa fazer. Se você puder fazer algo, faça. Se não puder, encaminhe para quem pode, mas não apenas “empurrando” a pessoa e deixando-a mais perdida do que antes, e sim acompanhando até que esteja seguro de que o problema será resolvido.

Se você tem dúvidas sobre como agir, basta pensar: se fosse comigo, como eu gostaria de ser tratado? É fácil então saber o que fazer.

Eu garanto: você vai se sentir super bem por ajudar o próximo! E ainda vai começar a se destacar como um profissional que resolve e não empurra para os outros, um profissional que tem iniciativa empatia com as pessoas.

Faz sentido para você?

Comece a praticar essa arte e veja como as coisas começarão a mudar. Quanto mais você doa, mais você recebe. Essa é uma lógica infalível. Com certeza, quando você precisar resolver algum problema, o universo responderá e você terá com quem contar. 😉

Priscila Carvalho Zart
Coach de Carreira e Inteligência Emocional

55 51 99977- 1805
www.coachpriscila.com.br

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